Movimentos da Terra e as Estações do Ano (Solstícios e Equinócios)

Assita o vídeo abaixo para entender melhor as características dos Movimentos da Terra, como se dão as Estações do Ano, os Solstícios e Equinócios, na ocasião do começo da Privamera e tanto se tem falado disso nos noticiários em geral. Hoje você vai aprender melhor sobre como isso tudo funciona de um jeito bem legal. Assista o vídeo abaixo:

Aqui também fica a recomendação de um livro excelente para entender melhor estas questões. Está disponibilizado na versão (.PDF) o capítulo 2 do livro Breve História da Medida do Tempo, de Marcos Chiquetto, Editora Scipione (Coleção Ponto de Apoio). Neste livro você entenderá bem além das estações do ano qual era a relação entre os homem pré-hisóricos, a agricultura e o calendário. Poderá entender melhor também sobre o surgimento dos primeiros calendários, sobre o calendário gregoriano e juliano e muitos mais. Não peca está ótima leitura!


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ISBN 8526228420, 9788526228429

Breve resumo da obra

Agricultura e o calendário


O livro traz logo no começo uma contextualização do homem primitivo, situando-nos o modo como sua vida era regulada pelos acontecimentos cíclicos da sucessão dos dias e noites que determinavam os períodos de atividade e de sono. Em seguida nos mostra também o início da agricultura, onde deixando simplesmente a caça e a coleta o homem descobriu que a sementa enterrada no chão trazia abundância de alimento e dava outros frutos além daqueles coletados.No entanto, os agricultores primitivos foram percebendo que o sucesso dessa prática dependia das chuvas e diante dessa incerteza com por exemplo em alguns lugares com chuvas escassas e limitadas a certo período, se o agricultor plantasse na época certa obtia colheita, do contrário o trabalho estaria comprometido.A partir daí nasceram os calendários, juntamente da necessidade de conhecer o ciclos de chuva e seca. As civilizações Egípcias, Mesopotâmicas e Andinas estiveram entra as primeiras a desenvolvê-los.

Os primeiros calendários


Aqui vai uma história extraída também do livrinho que remete a algo imaginado mas remete a fatos interessantíssimos:

Aquela estrela brilhante no horizonte pouco antes de o Sol nascer marcava a chegada da época de chuva

Transportemo-nos para o norte da África, para o Egito, alguns milhares de anos antes de Cristo. Numa determinada noite, um agricultor teve um sono agitado e acordou antes de o Sol nascer. Olhando para o céu, ele viu no horizonte, que já estava clareando, uma estrela muito brilhante, que se destacava das outras. Logo depois, o Sol nasceu na mesma direção onde estava aquela estrela, e sua luz fez desaparecer todas as outras estrelas.Alguns dias depois, choveu.Muito tempo depois, aquele homem viu a mesma estrela brilhante no horizonte, de madrugada, no local onde em seguida surgiu o Sol.Alguns dias depois, novamente choveu.Na terceira vez que o nosso personagem viu a mesma estrela no horizonte antes do nascer do Sol, achou que poderia chover novamente e se preparou para plantar. Realmente choveu, e a colheita foi boa.Imagine a alegria desse agricultor! Agora já não haveria mais tanta incerteza com relação àschuvas. Bastaria olhar todas as madrugadas para o céu: quando aquela estrela aparecesse no horizonte antes do nascer do Sol, a época da chuva estaria chegando!Assim, para acompanhar os ciclos da chuva e da seca, o homem passou a observar o céu mais atentamente, identificando as estrelas e as constelações, dando-lhes nomes e anotando suas posições no céu todas as noites.Estava nascendo a astronomia. Aquela estrelha brilhante que, no Norte da África, aparecia no leste de madrugada, anunciando a época da chuva, foi chamada de Sótis pelos egípcios. Hoje, conhecemos pelo seu nome grego, Sírius.
Observando o céu, portanto, durante anos e século o homem começou a constatar coisas interessantes, como por exemplo, as estrelas e a Lua sempre apareciam do mesmo lado do céu, percorriam-no e desapareciam no lado oposto. De manhã o Sol aparecia no mesmo lado. Assim esse lado recebeu o nome de leste e o oposto oeste.


As estações do ano


Os antigos astrônomos perceberam que as estações de chuva, seca, calor e frio se repetiam sempre na mesma época do ano. Portanto, o ciclo solar de 365 dias dias determinava também o ciclo das estações do ano. Tudo isto está relacionado com o fato de o percurso aparente do Sol no céu variar ao longo do ano, onde determinada fase o Sol percorre um caminho aparentemente mais longo, atingindo também maior altura em relação ao horizonte. Nessa época, que chamamos de verão, o dia é longo, a noite é curte e temperatura mais alta. Seis meses depois , no inverno, teremos o oposto, o Sol percorrendo um caminho aparentemente mais curto, mantendo-se mais próximo do horizonte, resultando então em dia curtos e condições de temperaturas opostas, sendo assim, mais baixas.

No hemisfério Sul, por volta de 22 de dezembro o Sol percorre, durante o dia, o caminho mais longo no céu. Esse é o solstício de verão, ou seja, o dia mais longo e a noite mais curta do ano.

Já por volta de 22 de junho, ocorre, também no hemisfério Sul, por volta de 22 de junho, o solstício de inverno, quando o Sol percorre seu caminho mais curto no céu, ocorrendo o dia mais curto e a noite mais longa do ano.

Trajetórias aparentes do Sol no hemisfério Sul

Entre o solstício de verão e o solstício de inverno, ocorrem os equinócios, ou seja, as datas nas quais o dia tem a mesma duração que a noite, como ocorreu ontem (22 de setembro de 2020). O equinócio de outono ocorre no hemisfério Sul por volta de 21 de março, e o equinócio de primavera, por volta de 23 de setembro.
As datas de 23 de setembro, 22 de dezembro, 21 de março e 22 de junho, correspondem, no hemisfério Sul, ao início da primavera, do verão, do outono e do inverno, respectivamente (no hemisfério Norte é o oposto, sendo o início do outono, inverno, primavera e verão). Por isso enquanto estamos comemorando o Natal aqui em pleno verão chuvoso no fim do ano, a propaganda da Coca-Cola está passando o Urso Polar na América do Norte bebendo Coca com o Papai Noel em plena neve.

Para não esquecer em!

Solstícios:  👉🏼 ocorrem quando os raios solares incidem com intensidade máxima sobre um dos hemisfério e com intensidade mínima sobre o outro. Geralmente ocorrem nos dia 20 ou 21 de junho e 21 ou 22 de dezembro, assinalando a chegada do verão ou inverno.

Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério norte (solstício de junho)
Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério sul (solstício de dezembro)

Equinócios: 👉🏼acontecem quando os raios solares incidem mais diretamente sobre a linha do Equador, o que leva os hemisférios Norte e Sul a receberem a mesma quantidade de luz e calor. Acontece nos dia 20 ou 21 de março e 22 ou 23 de setembro, data em que o dia e a noite tem exatamente a mesma duração: 12 horas. Indicam o início da primavera (como ocorreu ontem para nós) e do outono.

A insolação terrestre estabelecida de modo equilibrado nos dois hemisférios

Não deixe de acessar o livro para ter acesso a muito mais e entender também sobre o mês e a semana, as horas, datas festivas, surgimento do calendário juliano e gregoriano, os anos bissextos e muito mais. Existe um capítulo exclusivo que trata sobre como o homem e o trabalho foram afetados pelos relógios de precisão, que a partir deste advento mudaram a forma como o homem se relacionava com a marcação do tempo, não mais definido pelos astros de forma natural, mas a partir da medição do tempo de trabalho pelas horas precisamente. Isso impactou de tal modo os modos produtivos e neste livro é abordado de um modo muito interessante. Confira no link abaixo!


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